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domingo, 10 de abril de 2011

A busca pela PAZ

Tranquila vou seguindo
no meu caminho pela escola
deixando confiança e
amizade a toda hora

Nas avenidas onde passo
levo paz em minhas mãos
andando calmamente,
e deixando confiança com atenção


Para você ter paz
Tenha fé, carinho, amor, amizade,
confiança, esperança, tranquilidade e muito mais
pois assim você ficará feliz e 
deixará assim outras pessoas também!

Isadora Gonçalves Mendes

Diga NÃO AO BULLYING. Seja amigo !


Quando agressões físicas ou verbais dos colegas se tornam freqüentes, é preciso tomar uma atitude rápida e inteligente. Por você e todos a sua volta !


A palavra inglesa bully quer dizer valentão e, por isso, o termo bullying virou sinônimo de perseguição e maus-tratos a um colega. Qualquer coisa que ele tenha diferente dos outros já serve de inspiração para as gozações, como usar óculos, aparelhos odontológicos ou não, e  também por ser mais gordo ou mais magro que a média do pessoal da escola. É bem provável que você já saiba disso. Mas pode se surpreender com a informação de que, no Brasil, 34% dos garotos e garotas de 12 a 16 anos conhecem bem esse clima pesado porque já foram vítimas de algum tipo de violência no colégio. E 63% não sofreram bullying, mas testemunharam amigos tomando essa atitude sem graça. Todo mundo sofre numa situação dessas. Tanto a vítima quanto quem presencia as agressões e fica calado. Na verdade, até o agressor sai perdendo em muitos aspectos. Um deles é a saúde. O efeito de viver nessa atmosfera nada legal costuma ser ansiedade, tendência à bulimia e à anorexia (um perigo para as meninas), fobias e até mesmo, em casos extremos, ataques de pânico. O bullying tem o efeito de uma bomba que arrasa com o bem-estar geral. Se você estiver enfrentando uma situação dessas, não fique chorando pelos cantos. Mantenha-se firme e enfrente o seu agressor com uma boa conversa. Também não fique calado se observar alguém ser agredido. O diálogo, aberto e franco, é o primeiro remédio. Se não der certo, procure seus pais e professores. Não se intimide e abra a boca para calar a violência e garantir a saúde de todos.



Cerca de 17% dos jovens entre 10 e 14 anos foram vítimas de bullying virtual no mínimo uma vez. Desse total, 13% foram insultados pelo celular e 87% por textos e imagens na internet.

Bullying na escola .

O bullying está associado ao "espaço escola", uma conotação que se deve substancialmente às idades dos agentes que o protagonizam. A sociabilização é acentuada neste espaço, logo é aqui que funciona, como um “laboratório experimental” das atitudes sociais e psicológicas do ser humano. O bullying tem o seu despoletar na escola e a sua passagem para a sociedade, não é mais, do que uma ampliação do espaço físico do mesmo, ou no caso de transferência para outras realidades (locais de trabalho, zonas de encontro entre adultos ou política), o “transporte” é concretizado pelos mesmos que o realizavam na escola. Em muitos casos, o tipo de atitude que se implementa ou se protagoniza no contexto escolar é transportado para a realidade social, seja em termos de espaço físico, como no crescimento cronológico do indivíduo. Os anos físicos não acompanham, ou não são acompanhados por um crescimento social e/ou psicológico. De acordo com o artigo “Bullying na Escola e na Vida”, de Rosana Nogueira e Kátia Chedid, (n.d.) o conceito de bullying pode também ser aplicado na relação de pais e filhos e entre professor e aluno, citando como exemplo, os adultos que frequentemente ironizam, ofendem, expõe as dificuldades dos outros perante o grupo, excluem, fazem chantagens, colocam apelidos preconceituosos, tendo como intenção mostrar a sua superioridade e poder.
Devemos perceber que, como se afirmou anteriormente, o bullying está associado à escola, mas tendo a consciência que esta, desde o espaço físico ao corpo docente, passando pelos auxiliares de educação e encarregados de educação, é condicionada pelo espaço (bairro, cidade, interior ou litoral do país) e sociedade onde se encontra inserida. A chamada cultura de escola é importante para o desenvolvimento, ou não, do bullying. A existência de um corpo docente estável, numa escola com condições físicas aceitáveis e inseridas numa sociedade saudável do ponto de vista social, é muito menos propensa aos processos do bullying, do que as que não cumprem alguns destes requisitos, essencialmente os humanos (Cohen-Posey, K.,1995).

A famosa expressão de Luís de Camões, “Um rei forte faz forte, gente fraca. Um rei fraco faz fraca, gente forte!” (Lusíadas, III, 138 e cf. IV, 17) dirigida a D. Fernando, Rei de Portugal, pode ser transposta para a liderança escolar e todos os seus “súditos”. Esta liderança tem de ser perspectiva de um ponto de vista global e cultural, e não somente aplicada a Diretores Escolares e a cargos de maior responsabilidade, mas a todos que de alguma forma têm de liderar: professores, delegados de turma, diretores de turma, auxiliares, etc.

sábado, 9 de abril de 2011

Relato de Frankie

Um filme que nos mostra e nos ensina muito sobre amor, família, amizade e recomeço.É uma comovente e reconfortante história sobre a vida de um garoto de 9 anos, surdo e mudo, que sofre perseguições. Frankie, e a sua mãe, Lizzie.
Desde muito pequeno que Frankie se lembra de andar sempre a mudar de casa, na companhia da mãe, e nunca ter visto o pai. Para proteger o filho da verdade, Lizzie inventou uma história para satisfazer a sua curiosidade...
Lizzie a mãe diz  Regularmente, escreve-lhe cartas fazendo-se passar por um suposto pai a trabalhar num navio, que anda por terras distantes e exóticas.


(...)
Um garoto surdo, não de nascença. Na verdade, o pai o espancava. A mãe protetora foge com o filho. Na mentira, o garoto pensa que o pai estivesse viajando pelos mares. Um dia, a paternidade chegaria de navio. Cartas são enviadas, devidamente respondidas pela mãe ternamente enganadora. Da ilusão surge a necessidade de um pai ao vivo. Alguém é contratado para fingir por dois dias. O garoto ressurge para a vida. 




Título original: Dear Frankie

Lançamento: 2004 (Inglaterra)

Direção: Shona Auerbach

Atores: Emily Mortimer, Jack McElhone, Mary Riggans, Sharon Small.

Duração: 102 min

Gênero: Drama

O segredo da PAZ INTERIOR .


Há muitos séculos os grandes filósofos da humanidade têm tentado responder à seguinte pergunta: Qual é o ingrediente básico para uma vida boa e feliz?

Os antigos gregos sustentavam que o conhecimento era a chave da verdadeira felicidade, pois o uso do intelecto induziria o homem a levar uma vida tranqüila e feliz.

Os estóicos discordavam dessa teoria. Para eles não o conhecimento, mas sim a força de vontade, era a principal virtude da existência. Aquele que sabia dominar sua vontade, controlar seus apetites e desejos era merecedor de estímulo e louvor.

Havia ainda os epicuristas, os quais afirmavam que somente o atributo da serenidade traria contentamento e paz. "Removam o medo" – diziam – "evitem a ansiedade e a dor – então desfrutarão os benefícios da vida."

Conta-se que um indivíduo certa vez colocou uma placa num terreno baldio, com os dizeres: "Darei esta propriedade a quem realmente estiver satisfeito."

Um rico fazendeiro que passava de carro leu o aviso. Parou, pensando que poderia ganhar o lote, como qualquer outra pessoa. Dirigiu-se ao proprietário, explicando o motivo da vinda.
"Você está deveras satisfeito?" perguntou-lhe.

"Sim, tenho tudo que necessito e estou plenamente satisfeito" – respondeu o fazendeiro.
"Amigo, se você já está satisfeito, então por que deseja o meu lote?"

A maioria das pessoas precisa aprender a lição que nos ensina que a satisfação não se encontra nos objetos materiais, mas nas atitudes: devemos ser felizes com o que temos e não nos deixar levar pelo que não possuímos.

A alegria não reside no fato de mudar de uma casa pequena para uma grande, de trocar um carro velho por um novo, ou deixar o campo pela cidade. É aquilo que existe dentro de nosso coração que faz da vida um Paraíso ou um Inferno.

Caso Casey Heynes


O bullying e a omissão da escola.
Uma cena de bullying gravada em vídeo se espalhou rapidamente pela internet nos últimos dias e ganhou destaque na imprensa mundial. As imagens, registradas em uma escola australiana, mostram o momento em que Casey Heynes - aluno de 15 anos constantemente agredido pelos colegas - se rebela e parte para cima de um de seus agressores. Com o sucesso na rede, Heynes passou de vítima a herói.

O que é bullying ?

Bullying é uma situação que se caracteriza por agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas. O termo bullying tem origem na palavra inglesa bully, que significa valentão, brigão. Mesmo sem uma denominação em português, é entendido como ameaça, tirania, opressão, intimidação, humilhação e maltrato.

"É uma das formas de violência que mais cresce no mundo", afirma Cléo Fante, educadora e autora do livro Fenômeno Bullying: Como Prevenir a Violência nas Escolas e Educar para a Paz. Segundo a especialista, o bullying pode ocorrer em qualquer contexto social, como escolas, universidades, famílias, vizinhança e locais de trabalho. O que, à primeira vista, pode parecer um simples apelido inofensivo pode afetar emocional e fisicamente o alvo da ofensa.

Além de um possível isolamento ou queda do rendimento escolar, crianças e adolescentes que passam por humilhações racistas, difamatórias ou separatistas podem apresentar doenças psicossomáticas e sofrer de algum tipo de trauma que influencie traços da personalidade. Em alguns casos extremos, o bullying chega a afetar o estado emocional do jovem de tal maneira que ele opte por soluções trágicas, como o suicídio.